VALE

ANÁLISE DE RISCOS

O sucesso de um projeto global de gestão de riscos, premiado internacionalmente.

Após distintos serviços realizados de estudo de análise de riscos (EAR) com respectivos programa de gerenciamento de riscos (PGR) e planos de atendimento a emergências (PAE), a VALE solicitou que a PM Analysis atuasse como consultoria “ad hoc” para nortear o trabalho em realização no final do ano de 2010, para a fase II do empreendimento em Moçambique que compreende o complexo industrial de mineração e beneficiamento de carvão mineral em Moatize, linha férrea Moatize-Nacala (com trecho passando por Malawi) e terminal portuário em Nacala. Esse trabalho, que contribuiu para a aprovação dos estudos submetidos às autoridades ambientais daquele país, serviu também para alavancar o detalhamento do PAE da Fase I do empreendimento (complexo industrial de Moatize, linha férrea do Sena e terminal portuário em Beira) realizado no primeiro semestre. Já no segundo semestre, foi solicitado o detalhamento do EAR, PGR e PAE da Fase II do empreendimento.

Em continuidade ao trabalho iniciado com sucesso, a VALE continuou utilizando os serviços da PM Analysis para a realização de diversas atividades relacionadas à gestão de risco de várias operações e projetos internacionais, situados na América do Sul (Peru), África (Moçambique e Malawi), Asia (Indonésia e Malásia) e Oceania (Austrália).

Essas iniciativas culminaram em um projeto de padronização e atualização da avaliação de riscos de SSMA – Saúde, Segurança e Meio Ambiente, modelado como APR – Análise Preliminar de Riscos, para mais de 65 unidades da VALE localizadas no Brasil e no exterior realizado entre 2013 e 2014 com definição de um mapeamento de referência (baseline) por tipologia de operação (mina, ferrovia, porto, usina de beneficiamento), confirmação pelas unidades, validação de campo e atualização. Esse Projeto foi objeto de premiação internacional em setembro de 2014 (veja em Premiações e Certificações Constantinus International Award – medalha de prata).

No início de 2015, a VALE solicitou um estudo de riscos para suportar o plano de mobilidade devido a implantação da ferrovia no corredor logístico integrado que liga a mina em Moatize ao porto de Nacala em Moçambique, passando por Malawi. O estudo, considerando a presença de escolas, hospitais, passagens de nível, pontes, estradas, estações, mercados, plantações entre outros itens no entorno da ferrovia, deveria propor critérios para a tomada de decisão em função das prioridades que pudessem ser destacadas devido à existência e da interação desses fatores. O estudo foi submetido à apreciação de órgão competente designado pelo Banco Mundial e foi destacado como benchmarking devido à consistência e robustez para fundamentar a priorização dos projetos de adequação.

Um ano mais tarde, nova demanda de estudo (baseado em riscos) envolvendo o corredor logístico integrado de Nacala foi solicitada e atendida para configurar o plano de operabilidade para definir a prioridade dos projetos de remoção ou realocação de interferências ao longo da ferrovia.

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